terça-feira, 11 de maio de 2021
Espera
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021
Adeus
Segui o teu rio,
aquele que levou para longe os murmúrios da tua voz,
e os sussurros das aves que me diziam
que seria o último adeus do teu sorriso.
Caiu em mim o peso da despedida,
como se de repente entrasse no último dia do mundo,
no último dia do tempo,
e a vida perdesse as cores,
numa mescla cinza de tarde de inverno.
Vi a tua sombra diluída
Naquela água onde nada sobrou
a não ser palavras sem ressonância
Onde gastámos as lágrimas
Sem que eu acreditasse
Que um rio não volta
quinta-feira, 7 de janeiro de 2021
Silêncios
segunda-feira, 2 de novembro de 2020
NÃO TE DEIXO MORRER
quarta-feira, 19 de agosto de 2020
A Força da Ilha
Se nem os vulcões te deixaram sem verde,
nem as chuvas te afogaram no mar.
Se nem os ventos te levaram a luz
nem as lágrimas apagaram a paz.
Então bebo da tua coragem.
Visto a tua força renascida das cinzas.
Planto o teu verde no perfume da terra.
Venho beber em ti a esperança,
Vivendo a ilha em mim
quinta-feira, 25 de junho de 2020
ESCREVO (OU NÃO) O AMOR
Quero escrever amor, romântico ou não, incondicional ou não.
Escrevo algo parecido com poesia, onde a emoção pinta as palavras e a maresia perfuma o papel deixando-me a pele com sabor a sal e a alma inquieta vagueando nas marés.
As palavras insistem em sair incertas, neste amor que transcende o carnal, inspirado no manto de sol que me cobre a pele de dourado.
E ainda assim, o canto dos lobos desperta-me para uma dúbia existência terrena, onde a vida escancarada me retorna o eco da montanha e eu tento, outra e outra vez, escrever o amor.
Podia escrever assim, simples, um pedaço de silêncio vindo de tantas e distantes vidas.
sexta-feira, 8 de maio de 2020
Sem raízes
quarta-feira, 4 de março de 2020
Noite
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020
Fé sem templos
segunda-feira, 16 de dezembro de 2019
Aquele Natal
Volta aquela nostalgia do Natal em família onde a beleza estava nos sonhos e na imaginação sem fronteiras, sem pressas nem ambições, como se o amor se eternizasse e nada mais importasse e de nada mais precisasses para tocar a felicidade.









