Quero dançar despida de trapos, a mente aliviada de farrapos, seguir ao ritmo das ninfas, beber a sabedoria dos elfos, numa floresta onde só o silêncio me ouve.
Quero dançar ao som das ondas, no ritmo do vento que me leva em busca do azul, nesse universo índigo onde desaparecem as palavras e sinto a embriaguez da luz, que me veste de estrelas, e perfuma de maresia à luz da lua.
Olho-me na pedra de jade, e danço com os espíritos ondulantes, o bailado dos astros, que me levam para o essencial do mundo.








