Nos olhos marcados pela desesperança
De quem olha o ocaso como por acaso
Procurei a beleza na indiferença das gentes
Que contempla o extermínio da mente
De uma humanidade que morre de tudo
Procurei na espécie humana
Aquela beleza que
apesar da banalização da tristeza,
da fome e da guerra,
vive numa humanidade encantada
Procurei essa, que vive no amor








