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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PALAVRAS

Palavras que ecoam no silêncio
Que rompem a calma dos justos
Procurando eco na inconsciência
Da aventura errante do verbo

Palavras de ódio e pranto
Que falseiam sentimentos de amor
Que buscam rancor e medo
Nos horizontes insanos da razão

Palavras que de beleza se vestem
Buscando nas gentes singelas
Que fizeram do amor o pranto
Nas palavras trajadas de paixão

Palavras que do silencio se levantam
Buscando do amor próximo o distante
E do silêncio uma aventura errática
Nas eternas sombras da razão

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