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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

EFÉMERO



Vem sentar-te comigo na beira da praia
Enlaça a tua mão na minha
Olha-nos na corrente do oceano
Vê-nos na efemeridade da pele

Vem sentar-te comigo ao lusco-fusco da praia
E aceita a morte do sol no horizonte
Deixa o amor enlaçar a nossa alma
E aceita a efemeridade do tempo

Vem e aceita-me na beira da praia
Olha o nascer da noite prateada
Ali entrega-me no fim dos meus dias
E vê-me viva nas ondas do mar

Nesse dia, sente-me na areia morna
Sente-me na espuma que te molha os pés
Serei a brisa que te tocará a pele
Serei a gaivota que te gritará dos céus

Nesse dia senta-te ali na praia
E sem me dizeres adeus
Sente-me na efemeridade da vida

3 comentários:

  1. Tão bonito, que palavras tão inspiradoras...

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  2. Adoro a efemeridade de tudo, porque tudo é eféro, menos o momento da efemeridade. aquele momento único e irrepetível do amor no crepúsculo do dia.

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