Eu podia morar nas asas dos falcões
Viver o êxtase das aves solitárias
Rumo ao inevitável caminho do céu
Onde te encontraria, mãe.
Viver o êxtase das aves solitárias
Rumo ao inevitável caminho do céu
Onde te encontraria, mãe.
Eu podia viver o sol purpura entrando na noite
E sentir o brando silêncio trazido pela brisa
No sono da morte deliciosamente misteriosa
Onde te encantaste um dia.
E sentir o brando silêncio trazido pela brisa
No sono da morte deliciosamente misteriosa
Onde te encantaste um dia.
Quem sabe ouvir os grilos entoando a melodia
Que me cantaste num outro tempo
E pedir ao vento que te devolva
Desse secreto e constante sono.
Que me cantaste num outro tempo
E pedir ao vento que te devolva
Desse secreto e constante sono.
Mas, vou viver a tua morte, mãe
E conquistar a tua paz sem chorar a noite
E conquistar a tua paz sem chorar a noite








