As árvores falam mesmo qdo venta... Aproveito para avisar que postei a segunda parte do meu conto Sempre Haverá Passáros, e quero seu comentário. Beijos Fabrício
Queria eu também " calar a mente, Rita. Talvez ouvisse " a voz da árvore ", talvez voasse com o vento, talvez, quem sabe, a minha alma aquietasse. Almas inquietas, nestes tempos conturbados. Não deixam que falem as árvores...não permitem que nos sossegue o silêncio dos desertos, muito menos que nos sintamos acalentados com a " penumbra da luz"; mas...havemos de " desprender-nos do tempo estático e então " ouviremos e sentiremos as árvores. Aquietarão assim as nossas almas. Belo, Rita! Muito, mesmo! Beijinhos Emília
Bom dia minha linda, e que esse vento gostoso continue a trazer boas coisas na vida eu adoro ler e deixo com carinho um abraço de bom feriado Bjuss Rita!!!!
Poema com sede de liberdade interior, de infinito, ali, no lusco-fusco do tempo, hall de entrada em que templo? em que bosque? Nudez plena de sublime. Sabe o vento. ---- Beijinho.
A voz das árvores ou a voz do vento. O vento cala outras vozes....mas não sei se cala a mente.
ResponderEliminarBeijinho
no lusco fusco do tempo
ResponderEliminarmuito bonito, Rita!
"E entregar-me à penumbra da luz"
ResponderEliminarMuito poético!
Beijão. Em divina amizade.
Sonia Guzzi
Apenas sentir...
ResponderEliminarBeijo Lisette.
Olá Rita
ResponderEliminarSeu blog é um encanto!!!
Tudo lindo e de muito bom gosto.
Se puder dá uma passadinha no meu e segue também se gostar.
Beijos
Ani
HTTP://cristalssp.blogspot.com.br
" Talvez se ouvisse a voz das árvores ..." Talvez ... Quem sabe?
ResponderEliminarMuito bonito !
Um bom Domingo
Bom dia !!!
ResponderEliminarRitinha minha xará, adorei essa poesia
linda mesmo com doce palavras elogios
pelo belo post
Abraços de bom domingo e boa semana
Bjuss
_Rita__
As árvores falam mesmo qdo venta...
ResponderEliminarAproveito para avisar que postei a segunda parte do meu conto Sempre Haverá Passáros, e quero seu comentário.
Beijos
Fabrício
Lindo poema, apetece dizer "façam silencio para eu poder ouvir o vento"
ResponderEliminarag
talvez não, de certeza.
ResponderEliminarabraço Rita
talvez, quem sabe....
ResponderEliminaro vento por vezes também tem mente e silêncio.
uma boa semana.
um beijo
Precisamos de ouvir muito do que muitas vezes não ouvimos...
ResponderEliminarBelo poema, gostei.
Querida amiga Rita, tem uma boa semana.
Beijos.
Queria eu também " calar a mente, Rita. Talvez ouvisse " a voz da árvore ", talvez voasse com o vento, talvez, quem sabe, a minha alma aquietasse. Almas inquietas, nestes tempos conturbados. Não deixam que falem as árvores...não permitem que nos sossegue o silêncio dos desertos, muito menos que nos sintamos acalentados com a " penumbra da luz"; mas...havemos de " desprender-nos do tempo estático e então " ouviremos e sentiremos as árvores. Aquietarão assim as nossas almas. Belo, Rita! Muito, mesmo! Beijinhos
ResponderEliminarEmília
Creio que ouvirias, sim...!
ResponderEliminarIsa Lisboa
=> Instantâneos a preto e branco
=> Os dias em que olho o Mundo
=> Pense fora da caixa
Bom dia minha linda, e que esse vento
ResponderEliminargostoso continue a trazer boas coisas na vida
eu adoro ler e deixo com carinho
um abraço de bom feriado
Bjuss
Rita!!!!
O vento fala-nos muitas vezes, mas não apenas ele, se estivermos atentos, tudo à nossa volta fala algo para nós.
ResponderEliminarBeijinho
Depois de a entender, povoaria a voz das árvores com o canto dos pássaros...
ResponderEliminarGostei muito, Rita!
Beijo :)
Talvez esse talvez seja possível.
ResponderEliminarPoema com sede de liberdade interior, de infinito, ali, no lusco-fusco do tempo, hall de entrada em que templo? em que bosque?
ResponderEliminarNudez plena de sublime.
Sabe o vento.
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Beijinho.