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terça-feira, 2 de julho de 2013

Horizonte





Caminho nessa estrada sem identidade nem pátria, vestida de vento e perfume de mar, rumo a um horizonte trazido pela nostalgia de um ocaso.

Os meus olhos de sol sorriem diante do sabor da tristeza.  Porque com a tristeza encontro a  alegria e deixo levar-me na melodia do vento, rumo à liberdade do horizonte sem morada, onde entrego as palavras aos deuses.



26 comentários:

  1. Olá!
    Não façam barulho, deixem-me ouvir a melodia do vento, assim acabo com a tristeza e conquisto a alegria em liberdade.
    Gostei do que escreveu, composição muito bem conseguida.

    Abraço

    ag

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  2. Boa tarde!!!!

    Hoje vim agradecer pela amizade
    deixar um elogio pelo post ,obrigado por estar sempre comigo

    Uma frase que gosto;

    Um verdadeiro amigo é alguém que pega
    a sua mão e toca o seu coração.

    ( Gabriel García Márquez

    Bjusss
    Rita!!!

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  3. Rita Freitas!VC vai ter que me aturar por que... Para tuas Poesias, e necessário, que faça-se um comentários, dois comentário inda é pouco, e quem te fez assim menina? Foi camões, quem? Foi que fez? Só Deus! Seja capaz de ascender a voz de tuas "Melodias": que foram feitas em "Pedados"; Ora! são teus pensamentos; Ora! TUAS POESIAS.
    Eu simplesmente adorei, este "Pedaçinho de Céu", onde ponde-nos pra sonhar.
    Não vá se aborrecer: tenho a idade talvez de ser teu Pai, fui Médico por mais de trinta e cinco anos, e só depois deste longo lápso de tempo; é que fui dedicar-me a descobrir... Feliz somos somente quando o que fazemos nos apraz; fui feliz na função médico, fiz um pouco a vida "inverso": voltei meu tempo "menino": e hoje, se não ensino... Aprendo.
    UM GRANDE ABRAÇO E CONVICTA... vOLTAREI.
    Dr. Ademar Raimundo de Barros; êste: Anônimo da Poesia e da Arte... Que aprendeu o caminho de umas das fontes da Poesia.

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  4. tão belo....

    palavras sensíveis e cheias de sentires....

    beijo

    :)

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  5. E é assim que caminhamos cada pedacinho de estrada...embalados pelo vento...iluminados pelos raios de sol...tristes pelas nuvens carregadas num céu muitas vezes escuro; rumamos sem sabermos como...sem sabermos até quando...até onde...Só a vida o sabe! A única coisa que podemos saber é tentar que cada pedacinho do caminho seja percorrido com calma, saboreando cada pormenor belo que nele encontremos. Muito bonito o que escreves, Rita, aliás, sempre é assim. Obrigada por este momento saboroso. Beijinhos
    Emília

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  6. Estão em boas mãos, poderás recuperá-las sempre que quiseres. Meu beijo.

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  7. É verdade, vivenciando a tristeza podemos saborear melhor a alegria. Adorei.
    Beijinhos

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  8. Tão bonito este seu texto. Entregar a Deus é sempre muito bom.
    Um texto muito bem escrito.
    Beijinhos e bom fim de semana.
    Irene Alves

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  9. Sentimentos poéticos que nos acordam em manhãs mornas e de suaves brisas.

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  10. Gostei de ver passar o teu poema empurrado pelo vento...
    E aqui fico à espera das palavras dos deuses que te vão encantar
    E embalar nos braços dos acasos sem tempo e no espaço aberto de assim gostares
    De ir passando.
    Gostei de ver o poema passar. Ia folgazão e confiante por cima das águas do mar...

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  11. e entrega-as tão bem, às palavras!

    e encontramos os deuses neste horizonte

    muito bonito, Rita

    um abraço

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  12. Ritinhamiga

    Há quanto tempo eu vinha cá, há quanto tempo eu não saboreava o mar da Madeira e de Porto Santo, há quanto tempo eu não recarregava as minhas baterias com um pôr de sol salgado como este? Quantos dias, semanas, meses, anos, eu te perdi? Deixa pra lá; nada se ganha em chorar sobre o leite derramado...

    Porém hoje, quando volto aqui, deleito-me com que escreves suave, enigmática, sentidamente: "Caminho nessa estrada sem identidade nem pátria, vestida de vento e perfume de mar, rumo a um horizonte trazido pela nostalgia de um ocaso." Belíssimo, muito obrigado pelo que me (nos) dás!

    Ao ver-te assim, envolvida no teu manto de espuma, abraçada pelas ondas ora mansas ora furiosas, fazendo-te quotidianamente o centro do teu e do nosso universo, acorre-me à memória "E pur si muove" que Galileo Galilei terá dito durante o seu julgamento pela Santa (???) Inquisição.

    Qjs

    Henrique

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  13. Porque a tristeza
    ajuda a reconhecer a alegria

    E as sombras ajudam
    a reconhecer a luz

    e se deixa levar pelo vento
    ao encontro dos Deuses

    E sorri...o caminho foi difícil
    mas venceu!

    lindos seus versos,

    maria Luísa

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  14. Lindo
    Lindo
    abraços de boa tarde
    Bjuss
    Rita!!!

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  15. A liberdade de tudo experimentar...

    bjos

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  16. Rita, continua sempre com esses teus olhos de sol.
    Belíssimo texto, gostei muito.
    Um beijo, querida amiga.

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  17. Somos almas sem entidade nem pátria, caminhamos nesta dualidade existente neste plano tridimensional em aprendizado constante
    felizes dos que entendem o caminho do meio
    beijinhos

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  18. Minha querida

    Por vezes estamos assim...folha solta ao vento. Sempre maravilhoso ler-te.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

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  19. Olá Rita

    Muito obrigada pelas tuas palavras: pelo teu comentário e pelas que deixas aqui.
    Pelo que li, sinto que és uma pessoa muito sensível, com um coração grande.
    Não sei o que se passa, mas não consigo fazer-me seguidor... esta net tem dias assim, mas vou voltar.
    Desejo-te tudo de bom para os teus gatinhos em especial para o último, que acolheste. Adoro pessoas como tu, ontinua assim, sim?
    Gosto muito da Madeira e gostava de voltar com o meu marido, que não conhece, mas acutalmente a falta de tempo (€€€) é muita...
    Até breve
    Beijinhos
    Helena

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  20. Olá Rita

    Muito obrigada pelas tuas palavras: pelo teu comentário e pelas que deixas aqui.
    Pelo que li, sinto que és uma pessoa muito sensível, com um coração grande.
    Não sei o que se passa, mas não consigo fazer-me seguidor... esta net tem dias assim, mas vou voltar.
    Desejo-te tudo de bom para os teus gatinhos em especial para o último, que acolheste. Adoro pessoas como tu, continua assim, sim?
    Gosto muito da Madeira e gostava de voltar com o meu marido, que não conhece, mas actualmente a falta de tempo (€€€) é muita...
    Até breve
    Beijinhos
    Helena

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  21. Não te conhecia...fiquei feliz por ver tamanha beleza de palavras...
    Bjito

    SOL

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  22. Assim se caminha: sem raízes, com asas.

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  23. A encontrei por aqui
    e tornei a ler seus versos

    E tornei a amar esses versos!

    Maria Luísa Adães

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