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Despedi-me dessa noite branca
Onde tudo se movia numa dança erótica
De ondas azuis com reflexos de luz
Onde a noite nos uniu no sono e no sonho
Onde o amor nos eternizou para além da carne
Despedi-me assim, sem dor e sem lágrimas
Num sentir de tudo e de nada
No vazio selvagem da tua partida
Porque, sabia eu
Voltarias outra noite,
e outra...e outra
Trazendo de volta esse pedaço de mim
Entre tantas outras luas
Estamos sempre de regresso
ResponderEliminarà partida
A noite e seus encantos. Tempo de adormecer p cansaço e sonhar com novas possibilidades.
ResponderEliminarHá noites intermináveis
ResponderEliminarA noite, no seu silêncio permite que se entre, que se saia, que se ame e também que se chore por um amor acabado. São o nosso refúgio as noites, depois de um dia nem sempre sereno, nem sempre alegre, muitas e muitas vezes doído e quando assim é não " é branca a noite e nem os reflexos de luz são azuis "; a noite é antes " um vazio selvagem " onde até o sono tem medo de ficar e foge, foge até que veja o dia raiar; mas " de volta " ele trará uma nova lua e uma nova noite e nós, também diferentes, pelo menos " um pedaço " de nós, abraçaremos a noite e descansatemos num sono reparador. Nada é igual a cada instante que passa, nem nós, nem os dias, tão pouco as luas e as noites. Beijinhos, Rita e obrigada por este belo momento de poesia.
ResponderEliminarEmilia
Parabéns, Rita, pelo belo poema.
ResponderEliminarUm abraço.
Pedro
Um poema muito belo, Rita. Há noites tão brancas que nada pode manchar a inocência com que são guardadas no coração...
ResponderEliminarUma boa semana.
Um beijo.
Olá, querida Rita!
ResponderEliminarEscreves tão bem!
Nunca há verdadeiramente despedidas, qdo sabemos que voltamos.
Beijinhos e bom fim de semana.
Olá, Rita
ResponderEliminarEste poema tocou-me de perto...
As despedidas só são dolorosas quando sabemos que são definitivas...
Mas quando há a certeza do regresso... as noites de espera ganham encanto.
Votos de uma boa semana.
Beijinhos
MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS