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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Foto de https://www.facebook.com/JCarvalhoPhotography/?fref=ts




Às vezes, quando aquela chuva vinda das terras do sem fim me humedece as entranhas como se de repente tudo ficasse sem cor, eu morro um pouco para a beleza, aquela beleza que sendo apenas minha, enfeita a terra de luz.


Mas, às vezes, quando renasce da lama a alma transformada em fénix, sim, quando da morte se vive a intensidade da vida, tudo, tudo se transforma em beleza e tudo vive as vidas do sem fim.


Nasce, ainda que adormecida, a compaixão.



12 comentários:

  1. Hoje tem chovido muito por este lado do Atlântico, Rita, mas o céu nem tem ficado demasiado negro. O Sol foi espreitando, sempre que pôde. :)

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  2. Rita,

    Gosto do ar Atlântico que se respira por aqui.

    Beijinho.

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  3. com paixão, tantas as vezes


    um abraço, Rita

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  4. Um texto muito belo, Rita.
    "Nasce, ainda que adormecida, a compaixão." Este final do texto fez-me pensar. É que no mundo em que vivemos o que falta mesmo é a compaixão pelo "outro", que não tem mais tempo de perceber a "intensidade da vida" porque só quer sobreviver...
    Um beijo.

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  5. Bom dia, o texto é excelente e profundo, "quando renasce da lama a alma" é sensação de motivação para prosseguir o caminho da beleza.
    Boa semana,
    AG

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  6. há dias assim e estados de alma também...
    achei o texto com um pouco de nostalgia.
    beijinhos
    :)


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  7. Precisamos renascer cada vez mais neste mundo onde a compaixão quase não existe.
    Excelente texto, gostei imenso.
    Bom fim de semana, querida amiga Rita.
    Um beijo.

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  8. Olá.

    obras brilhantes.
    Obrigado por sua visita sempre.

    Desejo a todos o melhor.
    Saudações e abraço.

    Do Japão, ruma ❃

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  9. É bem verdade, Rita, que o estado do tempo tem muita influência no nosso estado de espírito.
    E se há dias cinzentos... outros há em que a beleza toma conta de nós e a vida nos parece mais bela.

    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

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  10. Viver é isto.
    palavras cheias de nostalgia mas cheias de tanto.
    Brisas doces *

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