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Fotografia de https://www.facebook.com/JCarvalhoPhotography |
Sou formas de uma vida
Olha-me,
rugas do tempo e do vento
Monta os destroços das muitas marés
Constrói-me as asas cansadas do mundo
Salva-me da morte por esquecimento
Perdoa-me
as rugas da vida
Assim viverei eternamente
Na terra e no mar
Longe da indiferença das sombras
~~~
ResponderEliminar~~~~~~~~~~~~~ Excelente, Rita.
~ Aplaudo a sua criatividade tão sensível, tão delicada!
~~~~~~~~~~~~~~~ Muto belo.
~~~ Beijinhos, Poeta. ~~~~~~~~~~~~~~~~
~ ~ ~ ~ ~
Cada ruga do rosto é um lugar onde a vida foi vivida, mesmo "longe da indiferença das sombras"... Também aplaudo, Rita, este poema tão belo.
ResponderEliminarUm beijo.
as rugas da vida são trilhos nossos e as sombras deixemos de lado...
ResponderEliminarum poema que ficou muito bem acompanhado com a foto da Joana Carvalho.
bom fim de semana.
beijo
:)
Velhice é sinónimo de sabedoria. Tanto que há um ditado que diz:_Queres um conselho, pede-o ao velho.
ResponderEliminarFelicidades
MANUEL
Olá, querida Rita!
ResponderEliminarAs tuas palavras é k nunca irão ter rugas, pke transmitem, sempre, estados de alma primaveris e puros.
Ninguém gosta de envelhecer, embora até digam o contrário, mas o importante é saber aceitar esse estádio.
Creio k a velhice seria mais bem aceite, se houvesse aquilo de k falas no teu poema, mas infelizmente, nem os filhos cuidam dos pais, alegando o emprego e falta de tempo.
Filho és, pai serás e a estalada sem mão virá, certamente.
AMOR BASTARIA!
Beijos e bom fim de semana.
O importante é que ao partirmos consigamos deixar um rasto de amor.
ResponderEliminarLindo poema.
Encontrei hoje o seu blogue e adorei a forma como escreve, meus parabéns, irei acompanhar a sua procura de lucidez.
Um abraço de Lisboa
Maria
Olá, Rita
ResponderEliminarCada ruga foram tantas emoções vividas...
bj amg
A sabedoria não dialoga com ou falta de rugas. Está noutro patamar.
ResponderEliminarBem engendrado, Rita.
Um beijinho :)
É a vida, Rita.
ResponderEliminarQuase todos gostamos mais do novo que do velho...
Esquecidos de tantas coisas que se escondem para lá das rugas.
abraço
Belo, Rita; sensível, como a vivência e a compreensão que se escondem por trás das rugas. :) Boa semana, amiga!
ResponderEliminarBoa tarde, a natureza dá-nos o rosto, a vida desenha-nos as rugas, estas são sinonimo da tolerância e do conhecimento.
ResponderEliminarAG
As rugas da vida não carecem de perdão, são um sinal de vida...
ResponderEliminarBelíssimo poema, gostei imenso.
Rita, tenha um bom resto de semana.
Abraço.
Oiçam este poeta de tostão
ResponderEliminarQue já prometeu e pediu uma mão
Oiçam a palavra salgada de saliva
Não tenho muito lugar, em ti, paixão
Passei para te desejar uma radiosa semana
Doce beijo
poema de uma terna eternidade
ResponderEliminarum abraço, Rita
Custa muito aceitar a velhice...custa muito ver os nossos queridos já com marcas profundas dos muitos anos vividos. " As marés foram muitas, quer as altas, quer as baixas e as ondas tantas vezes raivosas deixaram feridas profundas marcadas em cada ruga dos seus rostos. É difícil, mas é bom que aprendamos a aceitar cada etapa de vida, porque, se não quisermos deixá-la cedo, de certeza ficaremos velhinhos. Amiga, muito obrigada pelo belo poema que nos traz um problema sério, mas tão esquecido por todos. Um bom fim de semana. Beijinhos
ResponderEliminarEmília
Olá, querida Rita!
ResponderEliminarEspero e quero k estejas bem. Não procures a lucidez, pke a tens em demasia.
Reli o teu poema, k sabia k falava da velhice, mas algo nos escapa, sempre, passado algum tempo.
A foto k encima o teu texto é explosivamente jovem. Toda vida!
Há novo poema no meu blogue. Qdo quiseres, aparece, pke gosto de te ver por lá.
Bom domingo!
Beijos e um sincero abraço.
As rugas sao o caminho...
ResponderEliminarBelo poema, excelente foto.