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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Velhice

Fotografia de https://www.facebook.com/JCarvalhoPhotography

Sou formas de uma vida
Olha-me,
rugas do tempo e do vento
Monta os destroços das muitas marés
Constrói-me as asas cansadas do mundo

Salva-me da morte por esquecimento
Perdoa-me
 as rugas da vida

Assim viverei eternamente
Na terra e no mar
Longe da indiferença das sombras


17 comentários:

  1. ~~~
    ~~~~~~~~~~~~~ Excelente, Rita.
    ~ Aplaudo a sua criatividade tão sensível, tão delicada!
    ~~~~~~~~~~~~~~~ Muto belo.

    ~~~ Beijinhos, Poeta. ~~~~~~~~~~~~~~~~
    ~ ~ ~ ~ ~

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  2. Cada ruga do rosto é um lugar onde a vida foi vivida, mesmo "longe da indiferença das sombras"... Também aplaudo, Rita, este poema tão belo.
    Um beijo.

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  3. as rugas da vida são trilhos nossos e as sombras deixemos de lado...
    um poema que ficou muito bem acompanhado com a foto da Joana Carvalho.
    bom fim de semana.
    beijo
    :)

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  4. Velhice é sinónimo de sabedoria. Tanto que há um ditado que diz:_Queres um conselho, pede-o ao velho.

    Felicidades
    MANUEL

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  5. Olá, querida Rita!

    As tuas palavras é k nunca irão ter rugas, pke transmitem, sempre, estados de alma primaveris e puros.
    Ninguém gosta de envelhecer, embora até digam o contrário, mas o importante é saber aceitar esse estádio.
    Creio k a velhice seria mais bem aceite, se houvesse aquilo de k falas no teu poema, mas infelizmente, nem os filhos cuidam dos pais, alegando o emprego e falta de tempo.
    Filho és, pai serás e a estalada sem mão virá, certamente.
    AMOR BASTARIA!

    Beijos e bom fim de semana.

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  6. O importante é que ao partirmos consigamos deixar um rasto de amor.
    Lindo poema.
    Encontrei hoje o seu blogue e adorei a forma como escreve, meus parabéns, irei acompanhar a sua procura de lucidez.
    Um abraço de Lisboa
    Maria

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  7. Olá, Rita
    Cada ruga foram tantas emoções vividas...
    bj amg

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  8. A sabedoria não dialoga com ou falta de rugas. Está noutro patamar.
    Bem engendrado, Rita.

    Um beijinho :)

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  9. É a vida, Rita.

    Quase todos gostamos mais do novo que do velho...

    Esquecidos de tantas coisas que se escondem para lá das rugas.

    abraço

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  10. Belo, Rita; sensível, como a vivência e a compreensão que se escondem por trás das rugas. :) Boa semana, amiga!

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  11. Boa tarde, a natureza dá-nos o rosto, a vida desenha-nos as rugas, estas são sinonimo da tolerância e do conhecimento.
    AG

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  12. As rugas da vida não carecem de perdão, são um sinal de vida...
    Belíssimo poema, gostei imenso.
    Rita, tenha um bom resto de semana.
    Abraço.

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  13. Oiçam este poeta de tostão
    Que já prometeu e pediu uma mão
    Oiçam a palavra salgada de saliva
    Não tenho muito lugar, em ti, paixão


    Passei para te desejar uma radiosa semana

    Doce beijo

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  14. poema de uma terna eternidade


    um abraço, Rita

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  15. Custa muito aceitar a velhice...custa muito ver os nossos queridos já com marcas profundas dos muitos anos vividos. " As marés foram muitas, quer as altas, quer as baixas e as ondas tantas vezes raivosas deixaram feridas profundas marcadas em cada ruga dos seus rostos. É difícil, mas é bom que aprendamos a aceitar cada etapa de vida, porque, se não quisermos deixá-la cedo, de certeza ficaremos velhinhos. Amiga, muito obrigada pelo belo poema que nos traz um problema sério, mas tão esquecido por todos. Um bom fim de semana. Beijinhos
    Emília

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  16. Olá, querida Rita!

    Espero e quero k estejas bem. Não procures a lucidez, pke a tens em demasia.
    Reli o teu poema, k sabia k falava da velhice, mas algo nos escapa, sempre, passado algum tempo.

    A foto k encima o teu texto é explosivamente jovem. Toda vida!

    Há novo poema no meu blogue. Qdo quiseres, aparece, pke gosto de te ver por lá.

    Bom domingo!

    Beijos e um sincero abraço.

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  17. As rugas sao o caminho...
    Belo poema, excelente foto.

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