Google+ Followers

domingo, 8 de setembro de 2013

Desfilam pessoas






Desfilam pessoas pelas minhas ruas
Ainda que a cegueira da mente oculte a luz
Têm todas um pedaço de mim

Desdenho a humanidade nesse sonho ignóbil
E vivo a pior das ilusões no quotidiano dos dias:
A solidão que me deixa sempre onde estou

Desfilam pessoas com pedaços de mim

Sou um escravo bêbado em busca de mim


18 comentários:

  1. pedaços comuns

    ébrios de solidão


    um abraço, Rita

    ResponderEliminar
  2. Por mais que a pressa em que sempre andamos nos impeça de ver quem por nós cruza, não nos devemos esquecer que cada um que passa em nossas vidas carrega algo de nós e muito dele fica connosco. Por isso devemos dar mais atenção às pessoas desacelerando o passo, pois esta pressa não nos leva a lugar nenhum. Parabéns, Rita! Belo como sempre. Um beijinho, amiga e até sempre.
    Emília

    ResponderEliminar
  3. por vezes andamos perdidos, em bocados de nós que necessitam renascer...

    beijo

    :)

    ResponderEliminar
  4. Minha querida

    Tantas vezes que caminhamos tão ausentes de nós e do que nos rodeia.
    Lindo como sempre.

    Um beijinho com carinho
    Sonhadora

    ResponderEliminar
  5. Temos sempre um pouco dos outros.
    Tal como os outros têm de nós.
    Por isso, talvez wessa escravatura seja recíproca...
    Magnífico poema, que obriga a uma reflexão sobre nós próprios e os outros.
    Rita, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

    ResponderEliminar
  6. Estamos em procura sempre....
    Beijo Lisette.

    ResponderEliminar
  7. Mais luz, fiat lux, onde está a luz? Meu beijo.

    ResponderEliminar
  8. É ruim quando elas arrancam pedaços que não se regeneram.

    bjos

    ResponderEliminar
  9. Um poema real.Nos somos um pouco dos outros e os outros são um pouco de nós.
    Toda a nossa vida é uma simbiose que partilhamos mesmo sem querer...

    ResponderEliminar
  10. Oi Rita querida

    Lindo poema...
    Sempre levamos e deixamos algo.

    Beijos
    Ani

    ResponderEliminar
  11. Oi Rita querida

    Lindo poema...
    Sempre levamos e deixamos algo.

    Beijos
    Ani

    ResponderEliminar
  12. Ninguém nunca esta sozinho e nossa
    luta nunca será em vão.
    Eu sei , que no mundo teremos grandes aflições
    com fé e muita garra vou seguindo com grande luta
    minha viagem.
    Uma primavera perfumada e feliz.
    Deus abençoe seu Domingo
    e da sua família.
    Beijos no coração , Evanir

    ResponderEliminar
  13. A lucidez, por vezes, sente-se embriagada. Mas existe, e isso abre caminho a todas as possibilidades.

    Beijo :)

    ResponderEliminar
  14. Vim ver se tinhas novidades, mas gostei de reler o teu excelente poema.
    Rita, tem um bom resto de semana.
    Beijo.

    ResponderEliminar
  15. Minha querida

    passando para agradecer a visita e deixar um beijinho com carinho.

    Sonhadora

    ResponderEliminar
  16. Este andar fragmentado entre a gente, estilhaço e divisão, lembra-me o "desassossego" dos poetas do Modernismo. O homem em busca de si, continuamente...

    Um beijo

    ResponderEliminar