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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Não sei o meu nome






Gravei os meus nomes em jazigos
Sepultados nas falésias das vidas
Mas não sei quem sou
Para além dos nomes 


Alguém me chamou um nome
Nas metamorfoses de vidas encarnadas
E nos papeis desconformes vividos
Mas… Não sei o meu nome


Talvez no Universo me reencontre
E alguém grite a vibração das letras
Um qualquer nome no vácuo  


Mas... ninguém sabe quem sou
Ninguém sabe o meu nome

13 comentários:

  1. Um nome corresponde a uma identidade, embora, em certos casos, não sirva de identificação.

    Obrigada pelas dentis palavras lá na minha «CASA».

    Continuação de boa semana. Beijinhos

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  2. Não sei comentar este poema.
    São muitas contradições.
    Algumas são realmente bonitas.

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  3. Boa noite, querida amiga Rita.

    Adorei o comentário da Mariazita, e faço minhas, as palavras inteligentes dela.

    Muitas bênçãos!

    Beijos.

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  4. Boa Tarde Amiga!
    Hoje em especial
    Parei um pouquinho
    Para trazer o meu carinho.
    E apenas lhe dizer muito simplesmente,
    Muito Obrigado!
    Obrigado por tudo, que Deus esteja sempre com você hoje e sempre e sempre...
    Com todo o meu carinho o meu grande Abraço.
    Maria Alice

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  5. Poema de versos fortes, na busca do verdadeiro eu...beijos de bom final de semana pra ti.

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  6. há tanto do ser na capacidade de nomear...

    beijinho, rita!

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  7. E a gente vai grifando onde for possível para não se esquecer.

    Aproveitando, deixo aqui um vídeo para xs leitorxs do espaço: http://vimeo.com/40411264

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  8. um nome são muitos nomes

    e nós, sabemos quem somos?

    um beijo

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  9. E eu a pensar que eras Rita...
    Mais a sério, gostei muito do teu poema.
    Se nem mesmo nós nos conhecemos, os outros muito menos.
    Beijo, querida amiga.

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  10. Chamar.te.ei pássaro

    porque é assim que te vejo

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  11. Rita

    acho que para mim e dos que tenho lido, este é o melhor de todos.

    um nome, é sempre um nome e até pode m«nem ser o nosso.

    gostei muito.

    uma boa semana!

    beij

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  12. Ritamiga


    Estou de volta e maluco como sempre. Carregado de saudades de Goa e da sua excelente gente. E agoniado com o que encontro por cá: tristeza, desânimo, desgraça. E, pelos vistos, o que está para vir será pior. Amanhã é dia de homenagem aos Capitães de Abril; mas também de luto por esta enorme maldade que os criados nacionais (???) da troika nos estão a fazer. Portugal, infelizmente, é assim…

    Espero por ti – como sempre.

    Qjs

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  13. Rita, Querida

    Um belíssimo Poema e um tema deveras importante.
    O nome, o nosso, é a coisa mais importante que nos legaram. Ouvimo-lo desde que nascemos, é individual, é nosso. É a ele que respondemos,"(...) Mas... ninguém sabe quem sou
    Ninguém sabe o meu nome"

    Beijos

    SOL
    http://acordarsonhando.blogspot.pt/

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