Não posso fugir de mim, ainda que ame com medo de amar e ressuscite o meu fantasma moribundo. Liberto a fenix de penas douradas e desenho palavras de vento, sempre que pinto o teu rosto na areia.
Um dia, deixarei a minha nudez reflectida na beira do porto, e vestir-me-ei de mar, apenas e só de mar, para poder te amar.
Belíssimo
ResponderEliminarBjs tantos
Já te vestes de mar...
ResponderEliminarabraço Rita
Olá Rita.
ResponderEliminarBelíssima postagem. Gostei muito. Parabéns.
Um ótimo final de semana.
Abraços.
Pedro.
Prosa ou poesia, tu fazes com sensibilidade, engenho, empenho, arte e muita interioridade.
ResponderEliminarUm dia, valerá a pena transformares-te e amares.
Novo poema no meu blogue. Terei mto gosto na tua visita. Obrigada!
Beijos e boa semana, Rita!
Vestida de mar saberás os segredos das marés e será impossível que o amor não aconteça... Que belo poema, Rita!
ResponderEliminarUma boa semana.
Beijos.