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quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Fuga



Não posso fugir de mim, ainda que ame com medo de amar e ressuscite o meu fantasma moribundo. Liberto a fenix de penas douradas e desenho palavras de vento, sempre que pinto o teu rosto na areia.

Um dia, deixarei a minha nudez reflectida na beira do porto, e vestir-me-ei de mar, apenas e só de mar, para poder te amar.


5 comentários:

  1. Olá Rita.
    Belíssima postagem. Gostei muito. Parabéns.
    Um ótimo final de semana.
    Abraços.
    Pedro.

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  2. Prosa ou poesia, tu fazes com sensibilidade, engenho, empenho, arte e muita interioridade.
    Um dia, valerá a pena transformares-te e amares.

    Novo poema no meu blogue. Terei mto gosto na tua visita. Obrigada!

    Beijos e boa semana, Rita!

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  3. Vestida de mar saberás os segredos das marés e será impossível que o amor não aconteça... Que belo poema, Rita!
    Uma boa semana.
    Beijos.

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