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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Esquecer

Foto de JoanaCarvalho Photography

Deixei esquecer tudo o que perdi

Mesmo telas de vida que quis reviver

Quando as marés me traziam memórias azuis

E adormecia embalada nas correntes mornas

 
Deixei esquecer no silêncio as perdas

Entre a ausência e a presença do sonho
vivi a morte e a vida
 
No rio das memórias de onde fugi
 

18 comentários:

  1. "Deixei esquecer no silêncio as perdas" ...por vezes temos que deixar secar alguns afluentes da memória ... e seguir o rumo dessa Força Invisível que nos impele e nos Guia ...
    Cumprimentos

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  2. Olá, querida Rita!

    Estás bem? E o tempo, aí? Aqui, nem te conto. Está péssimo!

    Ler o k tu escreves, transmite-me sempre serenidade e obriga-me a alguma reflexão, porque tu és muito lúcida, compenetrada, pacata, cálida e sabes pegar e acariciar as palavras, como poucos, e depois, resulta "nisto".

    Foge, foge, sempre, desse rio! Ele não te dará nada, nunca, a não ser o descontentamento das perdas, das emoções frias e negativas, dos meandros desvalidos, k tão rapidamente, atingem a foz dos nossos sentires.

    É bom que esqueçamos o k já perdemos, porque guardar no nosso relicário, acho k não vale a pena. O nosso "mar" já é tão tormentoso!

    COMO ESCREVES BEM!

    Hoje, foste tu k vieste, primeiramente, me visitar, e deixar umas palavrinhas, sempre sucintas, mas doces e atiladas, o k mto agradeço, mas, para a semana, serei eu a passar por aí para "tagarelarmos" e te dar um beijinho.

    Bom fim de semana. Beijos e um abraço bem sincero!

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  3. ~ ~ Um dia,
    indeléveis, as memórias voltarão, quando já não fizerem sangrar.
    Azuis, brilhantes e serenas permitirão recordar tempos melhores,
    deverão ser guardadas como um íntimo e preciosíssimo tesouro.

    ~ ~ ~ Beijinho amigo. ~ ~ ~
    ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

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  4. mas, elas voltam...azuis e serenas, azuis e salinas, voltam sempre....

    :)

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  5. A memória, de vez em quando, transporta-nos também aos momentos mais felizes guardados em qualquer gaveta do passado.
    Obrigado pela visita ao Azimute!
    kanimambo-carlos.blogspot.com.
    J

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  6. Por vezes não há nada mais eficaz do que o esquecimento.
    Cadinho RoCo

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  7. Parece que não seguiu.
    Dizia que nem sempre se consegue apagar todas as memórias.
    Tinha saudades suas.
    Um beijinho neste nosso 25 de Abril.
    Irene Alves

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  8. Olá Rita , passando para lhe Desejar um Bom Fim de Semana com tudo de Bom :)

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  9. Olá, Rita.
    Deixaste esquecer... elas vão, mas um dia, sem avisar, ou numa palavra, numa canção, num leve cheiro ... acabam por voltar.
    Lindo poema, o seu.
    um bj amg

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  10. Muito bom, Rita! Quem nos dera, pudéssemos esquecer tudo que perdemos! Boa semana, amiga.

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  11. Um belo poema. O "rio das memórias" continuará com a sua corrente ligada à nascente sem olhar a margem...
    Um beijo.

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  12. Olá, querida Rita!

    Espero k estejas bem. Por aqui, tudo calmo.
    Tal como te prometi, cá estou eu, a visitar-te. Reli o poema, mas reli mesmo, e sei k falava de esquecer coisas menos boas, e como sempre fiquei consolada com o teu estilo, simples, harmonioso, melódico e mto discreto.

    Nunca tinha ouvido o vídeo k tens aqui no blogue, em cima, à direita, aconteceu, agora. Gosto mto do som do piano, enfim, por aqui, há mais k lucidez.

    Não tenho novidades, ainda no meu blogue. Talvez, amanhã ou depois.

    Beijinhos e resto de feliz dia, quase noite!

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  13. E há tanto, nesta vida, para ver e sentir...!

    Um beijinho, Rita! :)

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  14. Poema sobre o difícil aceitar das perdas
    Só esquecidas se perdoadas as mágoas....
    Assim da dor à. Flor.....
    Do renascer....
    Sobre a terra do aprendizado da memória...
    Gosto sempre de re ler.
    Obrigado.

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  15. e pela memória, bem lá no fundo, não esquecemos nada


    um abraço, Rita

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  16. As memórias ficam sempre escondidas num canto da alma...Um dia ao virar da esquina elas aparecem.
    Abraço*

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