Google+ Followers

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Por ora basta-me o mar




Por ora basta-me o mar

E eu sinto-me ser

o ser de pólen

no leito das rosas


 Se existo na luz do ocaso

 É porque visto o sossego

E fico neste exílio do mundo


Ainda assim

Resta de mim o poema


 Mas,

por ora


 basta-me o mar

20 comentários:

  1. um abraço para ti Rita, "poetisa marinheira".

    ResponderEliminar
  2. Sempre resta o poema,
    mas por agora fica com o mar
    e se sente embalada
    nessa canção que ele entoa
    e por vezes se esquece...

    E fica dorido, cansado e doente
    e leva o caminhante atrevido!

    Lindo e simples, mas belo o que escreveu! Grata pela sua presença,

    Maria Luísa (os7degraus"

    ResponderEliminar
  3. Olá,
    Lindo poema a cheirar a maresia com amor, encantado.
    Abraço
    ag

    ResponderEliminar
  4. E o mar diz-nos tanto...sussurra-nos tanto na melodia das sua ondas .

    Beijinho

    ResponderEliminar
  5. é quanto basta,

    um vestido sossegado


    um abraço, Rita

    ResponderEliminar
  6. [tão imenso,

    tão ínfimo o espelho
    reflexo constante do mar que nos basta...]

    um abraço,

    Lb

    ResponderEliminar
  7. Sempre o mar me falta, mesmo que habitualmente apenas me baste saber-lhe a sua proximidade. Por isso, sinto como meu, também, esse 'basta-me o mar'... Gostei!
    abraço.

    ResponderEliminar
  8. Ritamiga

    Transcrevo:

    Se existo na luz do ocaso
    É porque visto o sossego
    E fico neste exílio do mundo
    Mas, por ora basta-me o mar


    Que escrita mais escorreita! Que metáforas! Trazes em ti a essência da Poesia. E embora eu seja mais Prosa, poemas como este, sentido, vestido de sossego, olhando o mar que te basta, têm imperiosamente de ser guardados com muito cuidado para os manter vivos. É o vou fazer, já.

    Gosto de utilizar a ironia, o jogo das palavras, até mesmo a brincadeira como já viste. E já me infiltrei nos teus perseguidores. Sou um penetra geneticamente correcto e politicamente incorrecto. E, em vingança - declaração irrevogável - vou já colocar-te nos mes BLOGUES MAIS FIXES

    Qjs

    ResponderEliminar
  9. Sou uma eterna apaixonada pelo mar, e amim também ele encanta assim...bj

    ResponderEliminar
  10. La mar, remanso de paz.
    Buena semana amiga.
    Besoss

    ResponderEliminar
  11. Que bom poder voltar as visitas de vcs, hj
    meu dia foi melhor,
    Vim deixar um abraço de agradecimento por todo
    carinho que vc tem comigo, muito obrigado pelas
    palavras que são deixadas na minha pagina
    Que Deus abençoe ricamente sua vida, e amigos eu guardo no coração
    Abraços de sempre.....Bjussssss

    └──●► *Rita!!

    ResponderEliminar
  12. O mar basta-nos quase sempre, principalmente quando o presenciamos.
    Magnífico poema, gostei imenso.
    Rita, minha amiga querida, tem uma boa semana.
    Beijo, por ora... eheheh...

    ResponderEliminar
  13. Rita,
    E basta-lhe o essencial, o mar é o caldeirão de todas as químicas...

    Beijo :)

    ResponderEliminar
  14. Nem sempre o mar nos basta e nos acalma o olhar. Algumas vezes reacende as dores e as deixa a sangrar.

    ResponderEliminar
  15. Por hora basta-me o teu poema, e dentro dele todo o mar, com sua imensidão. Meu beijo.

    ResponderEliminar
  16. Quando conseguimos o sossego...a paz de espírito...a quietude da alma, coisas simples nos bastam; basta-nos o mar...as flores...o chilrear dos pássaros...a leitura de um livro ...ou de um belo poema. Por ora...basta-me a simplicidade das coisas...os afectos...a entrega. Não preciso de mais para ter Sossego. Beijinhos, Rita e obrigada por este belo momento.
    Emília

    ResponderEliminar