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| Fanal-Madeira - Foto de https://www.facebook.com/JCarvalhoPhotography/ |
Eram rostos reflectidos nas águas das chuvas, belos, magros, com ou sem rugas, queimados pelos dias de
intenso calor e geadas geladas.
Rostos na aldeia em
dias de luz, perfeitos, com a sabedoria de quem vive ao sabor das estações sem
nada pedir.
Faces de vidas,
trazidas em cada ruga. Sorrisos alegres que se pretendiam tristes, olhares longínquos
que se pretendiam próximos, verdes, transparentes ou baços, olhares de água,
com ou sem expressão, com ou sem amor.
Eram rostos humanos de
quem vive na mais genuína forma.

Rostos com a beleza da terra...
ResponderEliminarabraço Rita
"Chão de marés"
ResponderEliminarOlá, Rita!
ResponderEliminarRostos mostrados em palavras bem escolhidas.
Fotografia belíssima!
Beijo e bom domingo.
Rostos de quem viveu.
ResponderEliminarMagnífico o texto e a fotografia.
Uma boa semana.
Um beijo.
ResponderEliminarTrazemos na face a marca das nossas vivências.
Aqui, elas estão bem retratadas. Consigo ver
nas palavras deste belo texto rostos de pessoas
que têm cruzado o meu caminho.
Bj
Olinda
Por todo o lado, cruzando connosco, connosco vivendo, vemos rostos destes que aqui tão bem retratas; são rostos que no olhar mostram com clareza o sentimento que lhes vai na alma, rostos de pessoas que vivem enfrentando com coragem os desafios da vida, pessoas que não se preocupam com as rugas que a cada dia vão aparecendo no rosto, pois elas são sinal de que a vida ainda continua com os caracteristicos desalentos, contentamentos, encontros e desencontros. E aqui, Rita, mostras-nos, num belo texto poético, diferentes rostos e olhares de gente que vive. Gostei muito, amiga! Obrigada.
ResponderEliminarEmilia
Rostos marcados pela vida, nem sempre fácil
ResponderEliminarTexto muito sensível.
Beijinhos
:)
Retrato do belo
ResponderEliminardo sagrado original:
rostos imortais,
incorruptíveis pela superficialidade erosiva
das aparências.