![]() |
| Foto de https://www.facebook.com/JCarvalhoPhotography?ref=ts&fref=ts |
E eu que procurei a felicidade em tudo o que não tinha,
como se um dia agarrasse-a nas mãos
sem margem de fuga e nunca mais morresse.
Um dia prenhe de cansaço
entreguei-me ao dourado morno do ocaso
e nem os amores que morreram
ou os filhos que não nasceram,
afastaram o hálito da paz.
Nasceu-me luz pelos dedos
e nessa entrega sem condição
senti o sabor de terra e mar
E eu, que procurei a felicidade
Em tudo o que não tinha





