Quando a minha alma acorda do sono nocturno, e tudo não passou de sombras ilusórias, por vezes belas, por vezes menos belas, mas nunca reais.
Seria o fim do deslumbramento do ego, onde
tudo deveria ser segundo as suas ordens, como se essa fosse a verdadeira
sabedoria.
É o fim do sono da alma, é o
despertar do amor, aquele amor que só as crianças conhecem, que só os animais
sentem, que todo e qualquer Deus é.
Assim acordou a minha alma, por
tempo indeterminado.






