Cai o pano escuro,
lentamente,
entre o ocaso e a prata da
lua
como se a vida se esfumasse numa bruma morna
e o tempo,
aquele tempo que desmascara tudo,
me abrisse os palcos.
Cai a luz,
e nessa sombra serena onde me encontro comigo
chega a beleza da solidão disfarçada.
Uso o tempo num balançar de sonhos lúcidos
com máscaras e exaustos contornos
caindo no epicentro da noite.

Olá, Rita!
ResponderEliminarAparece no meu blogue qdo quiseres e te for possível.
O teu poema está mto bem feito e revela um pouco do teu estado de alma, mas os poetas são assim.
Beijos e dias com luz.
Abre o pano
ResponderEliminarcai o pano
o tempo passa
Bj
somos nos os actores
ResponderEliminardum palco que é só nosso
a vida
belissimo o poema.
beijinhos
:)
A noite torna-nos lúcidos. um poema tão cheio de sensibilidade e beleza.
ResponderEliminarUma boa semana.
Um beijo.
Nós somos os atores da nossa vida.
ResponderEliminarExcelente poema.
Beijos e boa semana.