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terça-feira, 28 de julho de 2015



Sento-me no muro da praça azul e por entre as árvores da avenida, entre a estrada e o mar observo a vida passar. São pessoas anónimas (ou não), seguindo pelo asfalto escaldante num rodopio frenético que as faz transpirar cansaço, esquecidas que estão de viver.

E nesse observar desligado dou por mim recolhida da vida, presente no marasmo das horas que o verão da ilha me leva.


Vejo pessoas passar, silenciosas e sós.

E não existe nada, para além de mim a sós comigo.

    

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Palavras



Montenegro

Gosto da simplicidade,

da genuína simplicidade das palavras,

aquelas que até a natureza consegue traduzir,

aquelas que qualquer coração puro consegue ler
 

Gosto da simplicidade autêntica das palavras,

aquelas sem ego e vaidade,

Onde o vocabulário soa melodicamente

E a beleza toca-nos a pele

Qual arrepio em dia de calor


Sinto, lenta e calmamente,

Essa energia que me transporta

 para a magia de outros mundos

assim, simplesmente

Em palavras que sempre direi